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Maio 2015 - GPS Profissional

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Uni-duni-tê

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Como escolher quando várias opções parecem maravilhosas?

Quando se tem uma questão de múltipla escolha em uma prova difícil, arriscar um “uni-duni-tê” muitas vezes parece ser a saída para arriscar um ou outro pontinho. Na decisão profissão, por outro lado, essa tática é muito arriscada. Como fazer, então, quando várias opções se mostram interessantes?

Realmente, se você acha que se identifica com várias profissões e, não satisfeito, seus amigos, parentes e professores concordam com você, é de se esperar que você se sinta angustiado. Antes de mais nada, vale lembrar que, na verdade, sua escolha profissional não deve durar pelo resto da vida. Fatores como amadurecimento podem fazer com que você mude de ideia e você não precisa se punir por isso. Ao se conhecerem melhor, as pessoas mudam, o que é normal e bom, pois é assim que você irá descobrir do que gosta e com o que se identifica para se realizar na profissão e nas outras áreas de sua vida.

Além disso, também é possível aliar mais de um interesse na hora de escolher a sua profissão. Imagine, por exemplo, uma pessoa que gosta muito de biologia, mas também tem bastante interesse por informática. As duas afinidades não são excludentes. Ela poderia criar um software interativo para o ensino de biologia ou para a pesquisa de imagens e jogos e construir a sua carreira a partir de inovações como essa. No jornalismo, por exemplo, também, é possível seguir para jornalismo econômico, de moda, político, entre muitas outras opções, atrelando um interesse ao outro.

O ‘porém’ é que, na hora de preencher o formulário de inscrição do vestibular, dificilmente você encontrará opções que mesclem interesses dessa forma. Neste caso, procure sempre a opção com a qual você tem mais afinidade ou a área mais abrangente, aquela a partir da qual poderá fazer, por exemplo, uma pós graduação em outras profissões de seu interesse. Porque nada lhe impede de, depois de entrar no mercado de trabalho, aliar todas as áreas de que gosta. A escolha profissional é apenas a primeira porta de entrada, mas a sua carreira é você quem faz.

Pais ou professores: quem conhece suas aptidões?

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Saiba como lidar se as sugestões são diferentes daquilo que você quer

Pedir ajuda para decidir qual profissão seguir é muito comum. Entretanto, assim como em muitas outras situações da vida nas quais você pede conselhos para outras pessoas, nem sempre elas falam o que você quer. Pais e professores, por exemplo, podem sugerir para você cursos de Humanas, dizendo que têm tudo a ver com a sua personalidade, na verdade, ter vontade de prestar vestibular em Exatas. Como lidar quando isso acontecer?

Antes de mais nada, é importante esclarecer que nem sempre escolher a profissão pela divisão de Exatas, Humanas e Biológicas é o melhor caminho. Por exemplo, você sabia que arquitetura é uma matéria de Humanas? Administração também, porque as duas, assim como muitas outras, são profissões que mesclam bastante as competências de Humanas e de Exatas. Sendo assim, o primeiro passo para decidir pela sua profissão é não se importar tanto com essas classificações e procurar, principalmente, por informações ligadas à profissão em si.

As matérias que você tira notas melhores são as que irão ajudá-lo a passar no vestibular, mas não necessariamente irão torná-lo uma pessoa plenamente realizada ao optar por cursos focados nestas disciplinas. Até porque, depois de formado, nada indica que irá logo de cara trabalhar com aquilo de que mais gosta. Sendo assim, pesquisar cada profissão para descobrir com qual você mais se identifica é um caminho muito mais certeiro do que apenas ir atrás das matérias nas quais mais tem facilidade na escola.

Além disso, independentemente das matérias de que gosta mais (ou menos), você precisará de todas para passar no vestibular e, inclusive, ter uma ampla e diversificada cultura geral. Sem contar que a inteligência é decorrente do uso do cérebro como um todo e cada matéria aprendida o fortalece de formas diferentes. A melhor forma de se dar bem tanto no vestibular quanto na profissão em que escolher, qualquer que seja, é dar o máximo de si em tudo o que fizer.

O boletim ajuda o profissional?

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Entenda até que ponto é válido se preocupar sobre como suas notas podem lhe ajudar (ou não)

Na hora de escolher qual profissão seguir, as notas na escola podem servir de uma ajudinha, principalmente porque indicam em quais áreas o aluno tem mais facilidade de aprendizagem e afinidade. Entretanto, na escola, existem vários tipos de alunos: os que estudam para aprender as matérias e os que estudam para conseguir passar de ano sem se preocupar em apreender os conteúdos, os que têm mais dificuldade e aqueles que têm menos. É possível perceber, portanto, que nem sempre as notas fornecem uma visão completa sobre o estudante.

Desta forma, é bom que você saiba: ter as notas mais altas ou mais baixas da classe não é o que irá lhe definir como profissional. A vida não é uma equação exata e, portanto, seu sucesso profissional, bem como em outras áreas, depende de muito mais do que seu desempenho na escola. O que as notas de fato podem ajudar é na hora de perceber suas preferências. Afinal, de quais matérias você mais gosta: daquelas em que vai bem sem muito esforço ou das que precisam de horas e mais horas de dedicação para conseguir a nota de que precisa? Porém, as coisas nem sempre são tão retas nas curvas da vida e, assim, nem sempre aquilo em que você tem mais facilidade é de onde virão seus maiores desafios e conquistas.

Além disso, suas preferências na escola não necessariamente determinam a área de atuação ideal para você e, no caminho para a realização plena, o que exigir de você mais esforço pode se tornar justamente o mais interessante. Por exemplo, nem todo mundo que tem facilidade em matemática precisa seguir carreira em exatas; assim como nem todo mundo que gosta de matérias como português e história precisa ter sucesso apenas em carreiras de humanas. A realização profissional plena envolve muitos outros aspectos. Sua dificuldade em determinada matéria pode existir por não ter se identificado com o professor, por exemplo, e não apenas por falha pessoal. Procure as áreas do conhecimento em que mais tem interesse, pois a aptidão, com treino e esforço, pode vir depois.

As habilidades que você pensa não ter podem ser adquiridas em outros lugares senão a escola. Se o sonho da sua vida é fazer arquitetura ou jornalismo, mas acha melhor não fazer por não se considerar uma pessoa criativa, você pode procurar cursos para conseguir desenvolver essas competências. Estudar aquela matéria mais difícil com um filme, um livro ou até um amigo diferente pode lhe despertar interesses que você ainda nem imagina. As notas do seu boletim, portanto, podem até apontar alguns caminhos, mas na hora de tomar a sua decisão profissional, é preciso analisar várias outras fontes de informação. O autoconhecimento, por exemplo, é essencial para descobrir qual curso deve ser o de seu interesse.

Desde criancinha?

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Entenda quando seguir o coração ou a razão na hora de escolher sua profissão

No que diz respeito à escolha profissional, a pergunta que nunca quer calar é até que ponto as paixões devem interferir na decisão. Devemos lançar mão de critérios racionais ou pensar apenas nos gostos e afinidades? Mark Albion, um psicólogo norte-americano da Universidade de Harvard, para um estudo sobre sucesso profissional, entrevistou em 1982 alunos de Administração da instituição sobre o porquê de terem optado pela profissão. Vinte anos depois, ele descobriu que a maior porcentagem de multimilionários estava no grupo que juntou razão e coração na hora de escolher o curso.

Quando a pessoa realmente se identifica com o curso e com a profissão, é natural que se empenhe mais nos estudos e atividades extracurriculares, fazendo os trabalhos e pesquisas com cada vez mais dedicação. Afinal, ela está fazendo o que gosta. E com a prática, o cérebro vai adquirindo excelência na atividade e, inclusive, técnicas próprias que imprimem a personalidade da pessoa em suas atividades. Tudo isso é reflexo da paixão, que, por consequência, cria um ciclo virtuoso que atrai o sucesso duradouro, já que a pessoa está sempre se aprimorando.

Com motivações apenas racionais, não é impossível ter sucesso na profissão escolhida, mas fica bem mais difícil. Parece exagero, mas não é. Quando não há identificação ou prazer naquilo que está sendo estudado e nas atividades praticadas, dedicar-se à faculdade e, posteriormente, se aprimorar como profissional torna-se, em vez de algo espontâneo, um fardo. E quem quer viver assim, não é mesmo?

Ter sucesso na profissão e na carreira não é fácil, pois a verdadeira felicidade vem do esforço aplicado para alcançar os objetivos, e não na meta em si. Por exemplo, como você se sentiria mais realizado: comprando um carro com o dinheiro do seu trabalho ou ganhando na loteria?
Sendo assim, por que não facilitar a sua própria vida e passar por toda essa busca por realização fazendo algo de que gosta? Pelo estudo de Albion, é possível concluir exatamente que o segredo está em somar o coração e a razão. Caso essa tarefa se torne mais difícil do que você esperava, a orientação profissional é sempre uma possiblidade para auxiliar a sua escolha.

Admirável mundo novo

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Até que ponto as novas conexões digitais influenciam na escolha da sua profissão

Desde o estouro da internet, principalmente a partir dos anos 2000, ela vem mudando a sociedade de várias formas, inclusive nas suas relações de trabalho. Muito do que antes era realizado apenas presencialmente pode ser feito à distância e, além disso, surgiram novas profissões que antes não existiam, por exemplo, programador de web. Para os profissionais que estão começando a carreira dentro dessa atual explosão de informações, que é a internet, saber utilizar dos mecanismos que ela oferece se faz algo cada vez mais essencial.

Para as empresas, desde as de pequeno porte até as grandes corporações, ter um site bonito, funcional e saber administrá-lo, por exemplo, já são requisitos básicos para passar credibilidade a seus futuros clientes. Agora, se você ainda não está no mercado de trabalho, a internet também pode ser uma poderosa aliada nas pesquisas sobre qual curso você quer fazer e todas as informações necessárias para tomar a decisão.

Dados como a grade curricular dos cursos, dia a dia dos profissionais, sites das faculdades, classificação das melhores instituições de determinados cursos, pontuações do MEC, depoimentos de ex-alunos, entre muitas outras informações têm seu acesso muito facilitado pela internet. Se você ainda acha pouco, também é possível encontrar contatos de professores das universidades, de alunos e de profissionais já atuantes no mercado de trabalho. Ou seja, sabendo usar a internet, informação é algo que dificilmente irá faltar.

E não para por aí. Além de fins acadêmicos, o mundo virtual pode ajudá-lo a se aperfeiçoar e se promover como profissional. Para grande parte das áreas de atuação, existem opções variadas de cursos online (inclusive gratuitos) e, além disso, a possibilidade de criar um portfólio digital. Sendo assim, a internet e a tecnologia são um mundo de possiblidades e, sabendo aproveitá-las, o céu é o limite para a sua carreira.

A metade da laranja

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Quando acreditar ou não na vocação para determinada profissão

Você já tentou fazer um teste vocacional? O próprio nome que leva o questionário já dá a ideia de que a escolha da profissão, para ser bem sucedida, precisa de vocação. Esta palavrinha, por sua vez, vem do latim e quer dizer predestinação, ou seja, escolher a profissão é atender a um chamado divino, como se a pessoa tivesse nascido para isso. Será?

De fato, há casos na história de pessoas que, desde pequenas, já sabiam o que queriam fazer e deram muito certo nas profissões escolhidas. Mozart, por exemplo, aprendeu a tocar o piano cravo (que evoluiu para o piano de hoje em dia) já aos três anos e a compor aos quatro. Outro exemplo interessante é Leonardo da Vinci, que foi um cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e, não satisfeito, músico.

Não, você não precisa se desesperar caso não projete prédios ou escreva livros como “Dom Casmurro” desde os cinco anos de idade. Muitos autores, inclusive, têm revogado a ideia de vocação, defendendo que, se a pessoa está predestinada a escolher determinada profissão, no fundo, no fundo, não é ela quem está escolhendo. Cada pessoa é única em todos os sentidos, sendo assim, fica muito difícil afirmar que, mesmo antes de passar pelas próprias experiências, já tem definido entro dela o que ser quando crescer.

O importante, acima de qualquer outra coisa, é estar satisfeito com a carreira escolhida. Muitas pessoas sequer têm consciência de sua vocação e, além disso, muitas das que têm não a escutam no decorrer de sua vida. Não há com o que se preocupar caso você não descubra o que “nasceu para fazer”. Lembro-me de uma paciente que atendi muita aflita, porque achava que não tinha talento algum. Entretanto, ela era uma menina super carinhosa e foi exatamente essa característica que acabou se revelando sua vocação: ela se tornou cuidadora de crianças com Síndrome de Down, uma atividade na qual, além, do preparo técnico, a afinidade faz toda a diferença.

Para se realizar com a escolha profissional, na verdade, nem sempre é necessário ter ou ouvir sua vocação. Se você ouviu a sua, siga. Caso contrário, participar de uma orientação profissional pode ser um caminho para descobrir como utilizar seus talentos para ser um bom profissional, independentemente da carreira pela qual optar.

Procura-se: orientação profissional

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Saiba quando procurar um profissional para definir a carreira

Sem sombra de dúvida, a decisão profissional é uma das mais difíceis de toda a vida e, normalmente, a pessoa conta com a ajuda de todas as pessoas próximas. Na tentativa desesperada de não errar, é mais do que comum pedir ajuda para a família toda, mais amigos, professores e quem for necessário. E quando, mesmo assim, a pessoa fica apenas cada vez mais perdida?

Provavelmente, essa é a hora de procurar ajuda profissional. Isso não é uma coisa ruim, muito pelo contrário. Significa apenas que você precisa de um suporte a mais para se encontrar perante todas as opções de carreira que existem atualmente. Por que isso seria um problema? A Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de 1996, defende, inclusive, que uma das atribuições das escolas é justamente já encaminhar o jovem ao mercado de trabalho.

A orientação profissional pode ser feita na escola, em pequenos grupos ou até individualmente, e ainda podem variar de 8 a 12 semanas. E isso é apenas uma prova de que o processo do aconselhamento, tanto quanto o da escolha em si, é de fato complexo e, portanto, ter dificuldade para escolher a carreira a seguir não deve gerar frustração, porque é absolutamente normal.

Vale lembrar que, quando feita com um especialista, a orientação profissional busca analisar não apenas as aptidões do indivíduo, mas também fazê-lo se conhecer melhor para ir além do “gosto de matemática, então vou fazer engenharia”. A primeira parte do desenvolvimento da orientação é justamente levar o orientando pelo caminho do autoconhecimento.

Provocando o reconhecimento das características, interesses, aptidões, valores, estilo de vida, sonhos e ideais, o estudante é preparado para conhecer a vida universitária do curso o qual acredita ser o ideal. Afinal, serão ao menos quatro anos de matérias e pesquisas. E quanto mais afinidade você sentir com tudo isso melhor.

Além de conhecer, também, as profissões e o mercado de trabalho da área desejada, a orientação trabalha com mais uma questão importantíssima: a maturidade para fazer a escolha e assumi-la. Com tudo isso, se você sente dificuldades em escolher que curso prestar nos vestibulares e que projetos de vida têm para sua vida, a orientação profissional pode ser uma bela ajuda; um sinal de que você leva seu futuro a sério e sente que merece uma vida boa pela frente. Permita-se ser guiado para mapear a si mesmo e, assim, construir o futuro do jeito que você deseja.

Entrar por um ouvido… e depois?

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Quando ouvir (ou não) conselhos para a escolha profissional

Escolher a profissão à qual seguir, mesmo que não precise permanecer a mesma para sempre, é, sem sombra de dúvida, uma das decisões mais complexas de toda a vida. Tanto na hora de examinar as possibilidades quanto depois de definir a carreira que seguirá, medos, angústias e inseguranças são extremamente comuns.

Para aliviar esse furacão que costuma aparecer na cabeça do vestibulando, parentes e amigos tendem a dar conselhos sobre qual serve ser a melhor opção, seja pensando no que combina mais com a personalidade ou no que seria financeiramente mais vantajoso. Mas e se os conselhos dos amigos e parentes forem contra a sua intuição?

Conselhos sempre são interessantes, pois podem ajudar a enxergar pontos, tanto negativos quanto positivos, que antes não passavam pela sua cabeça. Por exemplo, gostar de praticar esportes não necessariamente significa que a carreira dos sonhos será Educação Física. Por outro lado, se a profissão será sua, por que a decisão não seria?

Uma pesquisa realizada pelo MEC em 2009 chegou à conclusão de que, todos os anos, cerca de 900 mil pessoas desistem do curso universitário que escolheram. Por mais que não interfira em absolutamente nada do sucesso profissional repensar o curso escolhido. Quando a pessoa escolhe aquilo que de fato tem vontade de fazer as chances de isso acontecer se tornam menores.

Escolher a profissão que outras pessoas desejam ou sugerem pode ser uma opção, desde que, depois de pesquisar sobre as sugestões, de fato você se identifique com uma delas. Você não precisa recusar ajuda, mas o caminho mais autêntico para ter realização plena na carreira, bem como nas outras áreas da vida, é ouvir o seu coração, agir de acordo com os seus sonhos e se comprometer de verdade com as metas e projetos de vida.