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Entrar por um ouvido… e depois?

Postado por | Maio 01, 2015 | banco de ideias | Sem Comentários
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Quando ouvir (ou não) conselhos para a escolha profissional

Escolher a profissão à qual seguir, mesmo que não precise permanecer a mesma para sempre, é, sem sombra de dúvida, uma das decisões mais complexas de toda a vida. Tanto na hora de examinar as possibilidades quanto depois de definir a carreira que seguirá, medos, angústias e inseguranças são extremamente comuns.

Para aliviar esse furacão que costuma aparecer na cabeça do vestibulando, parentes e amigos tendem a dar conselhos sobre qual serve ser a melhor opção, seja pensando no que combina mais com a personalidade ou no que seria financeiramente mais vantajoso. Mas e se os conselhos dos amigos e parentes forem contra a sua intuição?

Conselhos sempre são interessantes, pois podem ajudar a enxergar pontos, tanto negativos quanto positivos, que antes não passavam pela sua cabeça. Por exemplo, gostar de praticar esportes não necessariamente significa que a carreira dos sonhos será Educação Física. Por outro lado, se a profissão será sua, por que a decisão não seria?

Uma pesquisa realizada pelo MEC em 2009 chegou à conclusão de que, todos os anos, cerca de 900 mil pessoas desistem do curso universitário que escolheram. Por mais que não interfira em absolutamente nada do sucesso profissional repensar o curso escolhido. Quando a pessoa escolhe aquilo que de fato tem vontade de fazer as chances de isso acontecer se tornam menores.

Escolher a profissão que outras pessoas desejam ou sugerem pode ser uma opção, desde que, depois de pesquisar sobre as sugestões, de fato você se identifique com uma delas. Você não precisa recusar ajuda, mas o caminho mais autêntico para ter realização plena na carreira, bem como nas outras áreas da vida, é ouvir o seu coração, agir de acordo com os seus sonhos e se comprometer de verdade com as metas e projetos de vida.